
... Cuidar da vida até à morte: Contributo para a reflexão ética sobre o morrer plurissecular ensinamento da
Nota pastoral da CEP
|
1. A discussão em curso na nossa
sociedade
A dignidade da pessoa na fase final da
vida tem sido, nos últimos meses, objecto de debate na
sociedade portuguesa. A opinião pública, e os cidadãos
em particular, são confrontados com muitos dos problemas
que, justamente, são motivo de preocupação e de
reflexão, sejam eles de natureza ética, social,
assistencial ou económica.
Muitas das questões actualmente em
discussão são de todos os tempos, pois têm a ver com a
dificuldade em integrar a morte no horizonte da própria
vida. Outras são típicas da nossa época, porque resultam
das condições que as novas possibilidades da medicina
nos proporcionam. Uma observação atenta das intervenções
que surgem nos meios de comunicação social mostra uma
grande falta de rigor na terminologia usada; e é visível
que, por vezes, se pretende validar opções inaceitáveis
(morte directa de um paciente) aplicando o termo
“eutanásia” a situações que não o são de facto, e
que podem ser eticamente aceitáveis.
Os Bispos de Portugal, sabendo da
importância destes problemas, da intenção que, a nível
político, se tem manifestado no sentido de produzir
legislação neste âmbito e perante a ambiguidade de
muitos dos conceitos que são usados, pretendem, com esta
intervenção, dar um contributo para o debate em curso e
oferecer aos católicos algumas linhas de orientação que
devem ser tidas em conta nas suas reflexões.
2. A visão cristã de um problema não
confessional
Será conveniente recordar que esta não é
uma discussão de carácter religioso ou confessional,
embora algumas posições possam ser incompatíveis com a
visão cristã da vida e do homem. Ao pensar sobre opções
de carácter jurídico ou ético, é necessário, portanto,
questionarmo-nos sobre aquilo que é importante para uma
vida verdadeiramente humana, sobre o que é decisivo na
realização da pessoa, sobre os valores autênticos de
humanidade, sobre o modelo de sociedade em que queremos
viver.
É a este nível que se torna decisivo o
contributo das intuições que brotam da fé cristã. A
revelação bíblica mostra-nos a existência humana como
resultado da bondade divina, isto é, como um dom que
suscita em nós gratidão e não nos dispensa da
responsabilidade de cuidar dele. Para o crente, a vida
não está à inteira disposição de quem quer que seja, não
é arbitrariamente disponível, mas tem de ser respeitada
como a condição básica de realização pessoal. A vida
humana é prévia a qualquer projecto pessoal, por isso
ninguém é senhor absoluto da sua própria vida e muito
menos senhor da vida dos outros. O valor da vida humana
não brota das valorizações que a sociedade atribui ou
dos critérios que no momento são socialmente
significativos, mas de uma dignidade prévia a qualquer
criteriologia. O suporte desta dignidade é a própria
condição humana, que, para o cristão, tem origem na
bondade criadora de Deus e no amor salvífico de Jesus
Cristo.
Esta visão crente da vida leva-nos também
a encarar com realismo os limites naturais da existência
humana, já que, numa perspectiva de fé, a realização
plena e definitiva da pessoa só é possível na vida em
Deus. O testemunho dos mártires cristãos mostra-nos que
não é sensato para o crente lutar pela vida a todo o
custo. O horizonte da eternidade valoriza e, ao mesmo
tempo, relativiza a vida biológica de cada pessoa. Por
outro lado, a afirmação da convicção de que só Deus é o
Senhor da vida, não retira ao homem a sua
responsabilidade de procurar as melhores opções para
cuidar da vida que tem diante de si. Cada pessoa deve
ser respeitada como sujeito da sua própria existência e
nunca simplesmente como objecto do qual se possa dispor
arbitrariamente.
3. O morrer na cultura actual
Estas convicções da fé cristã necessitam
permanentemente de ser confrontadas com os desafios e as
exigências de cada época. Algumas características da
cultura contemporânea deram origem a um modo próprio de
abordar não só os problemas relacionados com o processo
de morrer, mas também a própria morte e o sofrimento
humano.
Por um lado, tornou-se dominante uma
concepção de autonomia em que a liberdade individual é
elevado a direito absoluto. O homem actual quer não só
ser protagonista da sua própria história, mas ter nas
mãos todos os processos da sua vida. É neste sentido que
parece aliciante poder antecipar a morte ou prolongar o
processo de morrer, de acordo com o que no momento for
tido como mais vantajoso.
Por outro lado, os desenvolvimentos
técnico-científicos no campo biomédico levantam
problemas inéditos e apresentam questões inevitáveis. As
novas possibilidades que nos são oferecidas pela
medicina também tornam mais complexas as situações com
que nos deparamos no âmbito dos cuidados de saúde e do
acompanhamento a doentes terminais. A diversidade de
opções gera perplexidade a quem tem de decidir.
A estes factores circunstanciais acresce
o facto de o próprio processo de morrer se ter
transformado: o morrer tornou-se mais longo; na maior
parte das vezes morre-se em hospitais ou centros
clínicos, nos ambientes anónimos e frios das
instituições; o sofrimento associado a longas doenças
terminais causa uma insegurança adicional; diversos
factores contribuem para que os moribundos vivam uma
solidão preocupante; o excesso de tecnologia põe em
causa os esforços por humanizar o cuidado dos doentes.
4. Critérios éticos
É num contexto marcado por estes desafios
que tanto os profissionais de saúde como todas as
pessoas envolvidas com estas situações necessitam de
critérios éticos que orientem no sentido de uma
autêntica humanização da fase terminal da vida.
4.1. A obrigação moral de garantir à vida
humana uma especial protecção está testemunhada em
preceitos primordiais da humanidade, com expressões
diversas em todas as culturas, e codificada no
mandamento bíblico do Decálogo: “Não matarás” (Dt
5,17). A consciência moral das gerações que nos
precederam e o próprio magistério da Igreja procuraram,
ao longo dos tempos, com os recursos culturais de cada
época, encontrar expressões e concretizações
actualizadas deste mandamento, no sentido de elevar e
purificar as exigências morais nele contidas. O respeito
por este imperativo é certamente incompatível com
qualquer forma de agressão directa à vida humana, sempre
que ela não ponha em causa a existência de outras
pessoas.
4.2. Consequentemente, é eticamente
inaceitável qualquer forma de eutanásia, isto é,
qualquer “acção ou omissão que, por sua natureza e nas
intenções, provoca a morte” (1). Nem sequer o objectivo
de eliminar o sofrimento ou livrar a pessoa de um estado
penoso pode legitimar a eutanásia, tanto mais que a
medicina e a sociedade dispõem de outros meios para
socorrer os pacientes em fase terminal. Equivalente à
eutanásia, do ponto de vista ético, é qualquer forma de
ajuda ao suicídio, também designado suicídio assistido.
A eutanásia é concretização de um desejo
que o homem contemporâneo tem de se apoderar da morte,
antecipando-a para a situar no momento que ele próprio
determina, resultado de um medo angustiante e
desesperado perante o sofrimento. A eutanásia é
frequentemente apresentada como um gesto de humanidade
ou de compaixão que pretende respeitar a dignidade com
que cada ser humano quer viver. Na realidade, porém, e
numa linha de princípio, qualquer forma de eutanásia
constitui uma renúncia a acompanhar a pessoa doente,
traduz a falta de empenho de uma sociedade em procurar
meios que permitam viver dignamente todas as fases da
existência humana. É, por isso, uma violação, ainda que
consentida, da dignidade fundamental que se deve
reconhecer a cada ser humano. A eutanásia ou a ajuda ao
suicídio são formas desumanas de lidar com a pessoa que
vive o seu processo de morrer, constituem “uma ofensa à
dignidade da pessoa humana, um crime contra a vida e um
atentado contra a humanidade” (2).
4.3. Distinta desta atitude de agressão à
vida humana, é a legítima renúncia a recorrer a todos
os meios para manter viva uma pessoa em estado
terminal. A obstinação terapêutica, também conhecida por
“encarniçamento terapêutico” ou “distanásia”, seria
precisamente o recurso a um conjunto de intervenções
médicas já desproporcionadas face ao bem global que a
pessoa poderá vir a experimentar.
Do ponto de vista da ética, reconhece-se
uma diferença fundamental entre matar e deixar morrer,
quando esta última opção não for equivalente a
negligência, mas for concretização do respeito pelo
curso normal da vida humana. Esta distinção ética
encontra apoio também na já referida concepção cristã da
vida, segundo a qual a vida humana é um valor
fundamental ainda que não absoluto. É moralmente
legítimo, portanto, renunciar aos meios que
tenham por finalidade prolongar a vida quando da sua
aplicação não se esperem resultados terapêuticos ou ela
implique o sacrifício de valores fundamentais para a
pessoa em causa.
Também esta renúncia a “tratamentos que
dariam somente um prolongamento precário e penoso da
vida” (3) pode ser considerada uma opção de respeito
pela vida, já que proteger a vida não significa
prolongá-la a todo o custo. O respeito pela vida humana
não se reduz a uma protecção incondicional da vida
biológica, mas deve incluir também o empenho por
garantir todos os elementos que tornam humana essa vida.
O direito a uma morte digna pode significar também não
esgotar todos os meios médicos, quando tal signifique
apenas um prolongamento do morrer.
4.4. Na procura de critérios éticos é
fundamental também a distinção entre matar e
acompanhar o morrer. Esta última é a opção
concretizada, por exemplo, nos cuidados paliativos.
Trata-se de aceitar todos os cuidados e intervenções
médicas que tenham por objectivo tornar o sofrimento
mais suportável, diminuindo ou eliminando a dor,
proporcionando todo o acompanhamento humano possível e
criando as necessárias condições para um cuidado global
(holístico) à pessoa em causa. O Magistério católico
ensina, já há várias décadas, que é moralmente aceitável
suprimir a dor por meio de narcóticos, mesmo que isso
implique limitar a consciência ou abreviar a vida (4).
Parece-nos que seria de evitar a
expressão “ajudar a morrer”, dada a sua acentuada
ambiguidade, não sendo claro o que se quer indicar com
ela, e tendo em conta que as expressões equivalentes
noutras línguas são usadas para referir aquilo que
designámos por “suicídio assistido”.
4.5. De especial actualidade é ainda a
regulamentação das diversas formas de “directivas
antecipadas de vontade”. Trata-se de instrumentos,
como, por exemplo o chamado “testamento vital”,
pelos quais a pessoa pode antecipadamente dispor acerca
das opções e dos valores que deseja ver respeitados
quando se encontrar em situação de doença grave ou
terminal. Não havendo objecções éticas fundamentais a
este tipo de procedimentos, convém ter presente que
neste campo não há a certeza de que os desejos
previamente expressos sejam actuais no momento em que é
necessário decidir. Não obstante toda a utilidade que
estas determinações possam ter, para tomar decisões que
respeitem a pessoa como sujeito, convém ter presente que
elas não têm um peso absoluto, nem podem ser pretexto
para justificar opções que atentem contra a vida humana.
Devem ser consideradas mais um elemento a ter em conta
nas tomadas de decisão.
5. Opção por um morrer humano
Recordamos que todas as orientações
éticas têm como objectivo encontrar concretizações de um
morrer verdadeiramente humano. O que está em causa é a
preservação da dignidade da pessoa em algo que é
decisivo e constitutivo de todo o projecto pessoal de
vida. Isto inclui certamente fazer aquilo que é
razoavelmente possível para que o paciente preserve as
condições de sujeito da sua própria história. Na medida
do possível, “não se deve privar o moribundo da
consciência de si mesmo, sem motivo grave” (5), uma vez
que também nos momentos finais da vida cada pessoa deve
estar em condições de poder assumir as suas
responsabilidades morais, de relacionar-se com as
pessoas que lhe são significativas e de viver todo este
processo no contexto da sua relação com Deus.
Uma humanização do morrer é incompatível
com a eliminação do sujeito que morre, pois não tem em
conta a globalidade das suas necessidades. As súplicas
de quem sofre, muitas vezes desejando terminar com a
situação de dor, mais do que um desejo de morrer, são
sobretudo o apelo a uma presença marcada pelo amor, a
formas concretas de solidariedade e expressões da
necessidade de perspectivas de esperança. Para isto, é
necessário criar condições que humanizem a fase
terminal, para que a pessoa possa ter um morrer humano:
disponibilizar os meios que retirem ou reduzam o mais
possível a dor, dar ao doente acesso aos meios médicos
de que necessita, assegurar um acompanhamento humano
personalizado, garantir ao paciente que não será
abandonado à solidão em nenhum momento da sua fase
final, permitir-lhe a presença das pessoas que lhe são
mais queridas, facilitar-lhe a vivência das suas
convicções religiosas e a satisfação das suas
necessidades espirituais, possibilitar um acompanhamento
psicológico, respeitar os seus valores e legítimos
desejos, criar condições de confiança.
Numa sociedade cada vez mais dominada
pela exigência de produtividade material e regida por
critérios de utilidade, é fundamental transmitir a todos
os pacientes, e com maior razão aos que se encontram em
estado terminal, que a sua vida é sempre preciosa e
valorizada, mesmo nas circunstâncias dolorosas em que se
encontram, que não são um fardo para os outros, e que a
sua vida continua a ser significativa para a comunidade
a que pertencem.
Sabemos que num mundo onde só têm
visibilidade os bem-apresentados, os corpos atléticos e
estéticos, se torna difícil aceitar como parte da vida
social um corpo desfeito pela doença e martirizado pela
dor. Na perspectiva cristã, o sofrimento, a doença e a
morte são partes da vida e têm de ser integradas no
projecto pessoal de vida. Também por isso, a humanização
do morrer deve incluir um respeito profundo pela pessoa
doente e um cuidado dedicado das suas necessidades. Um
morrer humano e digno exige todas as condições de um
acompanhamento global da pessoa que tenha em
consideração todos os aspectos da vida humana.
Uma vida humana nunca perde sentido nem
dignidade. Também o envelhecer e o morrer se integram no
sentido da vida humana e reflectem a dignidade humana da
pessoa. “O amor para com o próximo […] torna capaz de
reconhecer a dignidade de cada pessoa, mesmo quando a
doença veio pesar sobre a sua existência. O sofrimento,
a idade avançada, o estado de inconsciência, a iminência
da morte não diminuem a dignidade intrínseca da pessoa,
criada à imagem de Deus” (6).
6. Uma sociedade com lugar para todos e
uma vida com espaço para a morte
O recurso aos princípios éticos não
ignora que as circunstâncias concretas escapam
habitualmente a todas as tentativas de regulamentação
jurídica ou deontológica. Aos cristãos pede-se que façam
a sua reflexão sobre estes problemas em diálogo com os
homens e mulheres de boa vontade, certamente à luz dos
dados da sua fé, num esforço por procurar um nível
elevado de moralidade.
Mesmo admitindo que algumas situações são
demasiado complexas para proferirmos juízos prévios, e
sabendo que nenhum preceito moral tem em conta a
diversidade de situações que a vida apresenta, a
legitimação jurídica da eutanásia ou do suicídio
assistido teria como consequência uma pressão inevitável
sobre todas as pessoas cuja vida não correspondesse aos
padrões de realização que são dominantes em determinada
sociedade. Facilmente surgiria um grupo de não
desejados, vistos como peso da sociedade. Pessoas
gravemente doentes ou em estado terminal não podem ter
de modo algum a impressão de serem indesejadas, mas
devem sentir de modo reforçado que são preciosas e
queridas, e que a sociedade não se dispensa de fazer
tudo o que está ao seu alcance para as valorizar e
integrar.
Para além da discussão sobre a
legitimidade moral de optar por alguma forma de
auto‑determinar o final da vida, parece-nos fundamental
reavivar uma leitura da vida humana, suportada pela fé
cristã mas também pelas tradições humanistas da nossa
cultura, em que a morte seja integrada como momento
significativo da vida de uma pessoa e ao sofrimento seja
reconhecida a possibilidade de se integrar no horizonte
de sentido da existência humana. A este propósito pode
ser iluminadora a afirmação de São Paulo: “Nenhum de nós
vive para si mesmo, e nenhum de nós morre para si mesmo.
Se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o
Senhor morremos. Quer vivamos, quer morramos,
pertencemos ao Senhor” (Rm 14,7-8). Como explica
João Paulo II, “morrer para o Senhor significa viver a
própria morte como acto supremo de obediência ao Pai
[…]; viver para o Senhor significa também reconhecer que
o sofrimento, embora permaneça em si mesmo um mal e uma
prova, sempre se pode tornar fonte de bem” (7). O
cristão encontra o sentido redentor do sofrimento
humano, unindo‑se a Cristo, no mistério da sua paixão,
morte e ressurreição.
Antecipar a morte, pelo suicídio
assistido ou pela eutanásia, ou prolongar
desproporcionadamente o processo de morrer, tem como
resultado uma expropriação da morte, retirando ao
indivíduo a possibilidade de um morrer pessoal, no
respeito pelos tempos necessários a uma integração da
dor e da morte no sentido global da existência humana. A
doença e a morte são processos pessoais, que, ao mesmo
tempo, exprimem a individualidade de cada pessoa e
determinam a atitude pessoal perante a própria história.
De facto, a maneira de morrer pode ser decisiva quanto
ao sentido de toda uma vida. A morte não é um problema a
solucionar, mas um mistério que envolve e provoca toda a
vida.
7. Gratidão e esperança
Por último, os Bispos de Portugal desejam
enaltecer e agradecer:
– o exemplo de generosa dedicação de
tantas e tantos que acompanham e servem doentes
crónicos, deficientes profundos e outras pessoas que
dependem fundamentalmente da ajuda que recebem;
– o empenho dos profissionais de saúde
que se dedicam à investigação para a superação da dor e
aos que se entregam aos cuidados paliativos, oferecendo
a qualidade de vida possível a incontáveis pessoas em
situações de grande debilidade;
– o testemunho de tantas pessoas com
doenças graves, profundamente limitadas, que são um
exemplo de aceitação e alegria e nos desafiam a sair da
mediocridade estéril do egoísmo em favor de um amor
generoso sem fronteiras…
Todos estes são a melhor resposta a quem
julga ser uma boa causa promover a legalização da
eutanásia; os seus testemunhos são maravilhosos hinos à
vida, que devemos sempre proteger.
Fátima, 12 de Novembro de 2009
NOTAS:
1 - JOÃO PAULO II,
Evangelium vitae, Vaticano 1995, n. 65.
2 - CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ,
Declaração sobre a Eutanásia (5.05.1980), in: AAS 72
(1980), II.
3 - CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ,
Declaração sobre a Eutanásia (5.05.1980), in: AAS 72
(1980), IV.
4 - Cf. PIO XII, Discurso a um grupo
internacional de médicos (24.02.1957), in: AAS 49
(1957), 145; CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ,
Declaração sobre a Eutanásia (5.05.1980), in: AAS 72
(1980), 547; JOÃO PAULO II, Evangelium vitae,
Vaticano 1995, 65.
5 - PIO XII, Discurso a um grupo
internacional de médicos (24.02.1957), in: AAS 49
(1957), 145.
6 - JOÃO PAULO II, Discurso aos
participantes no XIX Congresso Internacional do
Pontifício Conselho para a Pastoral no Campo da Saúde,
12.11.2004, n. 3.
7 - JOÃO PAULO II,
Evangelium vitae, Vaticano 1995, 67. |